quinta-feira, 10 de julho de 2014

FRICASSÊ DE FRANGO

Fricassê de Frango
1 lata de creme de leite
1 lata de milho verde
1 copo de requeijão cremoso
100 g de azeitona sem caroço
2 peitos de frango desfiado
200 g de mussarela fatiada
100 g de batata palha
1 xícara de água
1 pitada de sal
Bata no liquidificador o milho, o requeijão, o creme de leite e a água.
Refogue o creme do liquidificador com o frango desfiado, as azeitonas e o sal até ficar com uma textura espessa.
Coloque o refogado numa assadeira, cubra com mussarela e espalhe a batata palha por cima.
Leve ao forno até borbulhar. Sirva com arroz branco.


A foto eu tirei do meu que fiz, mas a receita encontrei na internet.

Comentário infeliz, seu filho ainda vai ouvir um.
O que levam adultos a apontarem defeitos nas crianças que nem conhecem?
ISABEL CLEMENTE

"A senhora pensa em operar as orelhas dela?", pergunta o médico para a mãe na frente da criança.
“Não porque até agora ela não estava preocupada com isso”, diz, irritada, a mulher.

“Daqui a pouco já pode fazer escova progressiva”, diz a atendente do cabeleireiro sobre o cabelo da criança. Atônita, a mãe sorri amarelo.

"Essa aí vai gastar dinheiro com depilação", comenta, rindo, uma senhora, enquanto a menina de 5 anos brinca feliz na loja de calçados.

Eu ouvi todos esses relatos de pessoas conhecidas. Certa vez testemunhei um adulto cumprimentando um garoto pequeno assim: "fala orelhudo!", enquanto o moleque pequeno revidava com raiva, socos e pontapés a grosseria, e o homem ria. "Ei, estou brincando". No lugar do menino, eu também não acharia graça na piada.

Eles dois já se conheciam, mas gente capaz de fazer comentários infelizes surge do nada. Não te conhece mas se sente à vontade para externar observações desnecessárias sobre a aparência do seu filho, pior, na frente dele. Essas pessoas não foram chamadas na conversa, não têm intimidade contigo mas são capazes de demolir a autoestima infantil em segundos. Na falta do que dizer, perdem a chance de ficarem caladas.

Pode ser que a pessoa não seja assim tão grosseira. Normalmente, falam o que querem no diminutivo ("Peludinha ela, né?") ou embrulham o discurso ingrato numa pseudo empatia. "Eu também tinha esse cabelo crespinho e agora tá lisinho, viu?", como quem diz "você não precisa sofrer para o resto da vida”. Quem disse que a menina estava sofrendo?

Tem também os que se metem no regime das crianças. Diante de um menino acima do peso comendo brigadeiro não se aguentam. “Você não devia comer tanto doce porque já está muito gordinho”. Se não for o pediatra ou endocrinologista da criança, se nunca trocou a fralda da criatura, se nunca substituiu os pais em nenhuma ocasião nem fez o menino gargalhar de tanto se divertir, não tem o direito de falar algo assim por mais bem intencionado que esteja. Gente, não dá. Tem que ter muita psicologia, simpatia e presença de espírito para mandar bem num encontro tão fortuito com uma criança. É de demolir qualquer um.

Não são comentários inocentes. Entram pelo ouvido da criança como depreciação sem filtro. Compõem um atentado psicológico de efeito retardado. Vai se acumulando e ajudando a cultivar os traumas, que ninguém sabe de onde vêm. A criança passa a se rejeitar a partir de manifestações externas, sem empatia, sem amor, sem uma real preocupação com seu bem-estar. Se não for elogiar, não diga nada. Quanto mais chamativo for o motivo da observação, maior a chance de atingir um ponto fraco da criança.

Você pode ter se desdobrado na conversa mais criativa e profunda com seu filho tentando tirar da cabecinha dele uma preocupação fútil, mostrando que a vida não se resume a isso. E que para tudo tem jeito e, se não tiver, é hora de se olhar no espelho por um ângulo mais favorável, por exemplo, a simpatia e a inteligência - que vêm de dentro.

Você não quer, obviamente, que uma criança de seis anos se torne obsessiva com a ideia de fazer uma plástica, ou que sua menina odeie tanto o próprio cabelo a ponto de imaginar que ninguém vai querer brincar com ela por causa disso, muito menos que uma criança pequena fique sonhando com o primeiro dia de depilação ou com uma escova progressiva. Mas aí chega alguém de fora e mostra para teu filho, na prática, que, infelizmente, sempre haverá pessoas preocupadas sim com a futilidade que nos define.

Tudo isso pode ser muito pior diante de deficiências reais, como o olhar de comiseração diante de uma criança cadeirante. Tem gente capaz de te olhar com cara de enterro como quem diz "pena que não pode correr, não é?". Dependendo da situação, os pais deveriam estar autorizados a dizer "por favor, tire seu olhar do caminho porque estamos felizes hoje".

O mais difícil quando se trata de educar os filhos é ensinar a eles como lidar com o outro, esse imprevisível que cruza nossos caminhos nas mais variadas versões. Pode ser uma surpresa boa ou ruim. A depender do que solta pela boca.

Os espíritos de porco de plantão estão soltos e às vezes escolhem para vítima justamente o mais vulnerável. Crianças até sabem fazer malcriação, em casa, mas não têm respostinhas na ponta da língua à altura de situações verdadeiramente ingratas.

Eu sempre me pergunto o que leva um ser humano a apontar o dedo para o defeito do outro se não estiver em suas mãos ajudar de alguma forma. Comentários infelizes não ajudam, é bom deixar isso claro. Atrapalham bastante ainda mais quando chamam atenção para aquilo que não incomoda nem à própria criança. Parecem ter o único objetivo de afirmar para uma criança: "você não é tão perfeita quanto pensa".

O mundo pode ser cruel, sabemos disso. Nós nos esmeramos para dar educação, ensinar as crianças a cumprimentar, agradecer, falar baixo. Queremos seres dóceis e amáveis mas, nesses casos, sou adepta do "e daí". Vamos ensinar os nossos filhos a dar um curto e sonoro "e daí" caso se sintam incomodados, tristes ou desrespeitados com observações desse tipo lançadas por um adulto sem noção. É uma frase pequena, fácil de decorar e pode ser eficaz se nenhum adulto estiver do lado para defendê-los. Quem sabe assim alguns se sintam desestimulados a vitimarem novas crianças pelo caminho.


terça-feira, 8 de julho de 2014



OBRIGADA RAPAZES
"Vocês me representam. E não é pela bola que jogam, é pelos caras que são."


Não estou com vergonha! 
Se eu pudesse abraçaria cada um de vocês. (Kelle Lemos)
 Meninos,
(sim, meninos, porque quando uma seleção é eliminada na Copa do Mundo, não há mais homens no gramado. Há meninos. Com olhos vazios, sem rumo e sem qualquer indício de vergonha ou de pudor.)
Escrevo só para agradecer.
Agradecer porque vocês nos fizeram sentir o que há muito tempo não sentíamos.
O nervosismo. A voz embargada. Tensão. Alegria. Nó na garganta. Dor de garganta. Explosão. Tristeza. Desilusão. Um turbilhão de sentimentos condensados em 4 semanas.
Agradeço porque vocês conseguiram mexer com muitas emoções que andavam paradas. Bandeiras na janela por amor a um país (e não apenas a uma seleção), acima de qualquer outra questão.
Porque vocês fizeram mais do que colocar corações para bater mais forte. Vocês colocaram corações absolutamente brasileiros para bater.
Agradeço porque a cada jogo que passava, me sentia mais parecida com os desconhecidos na rua. Mais próxima do meu país, da minha gente.
Agradeço porque o desfecho traumático não anula a alegria vivida.
E por saber que vocês vão ter que encarar aqueles brasileiros de momento, que até ontem tinham orgulho e hoje já acham que “isso é Brasil”.
Mas não se preocupem, para nós também é difícil suportá-los. Tamo junto.
E o fato é que a tristeza é geral: do campo, do banco de reservas, da arquibancada, do sofá da sala, do banco do bar, da sarjeta.
Mas, por favor, entendam, nós não estamos tristes com vocês, estamos tristes JUNTO com vocês.
E tanto é assim que posso garantir que milhares de brasileiros queriam poder dar em vocês hoje o abraço que o David Luiz deu no James depois da eliminação da Colômbia.
Obrigada, meninos.
Obrigada por me lembrarem que eu nunca quis ser europeia. Alemã, holandesa, francesa, belga… Nem que me dessem um belo par de olhos claros.
Que o que eu quero sempre é minha camisa amarela, minhas emoções escancaradas, quero o choro embriagado de hoje, esquizofrenicamente orgulhoso de ser quem somos até quando estamos apanhando como apanhamos.
Abracem seus pais. Seus filhos. Suas mulheres. Seus amigos.
Façam isso por nós, que queríamos abraçá-los talvez até mais do que iríamos querer se ganhássemos a Copa.
E continuem sendo assim, brasileiros, acima de tudo.
No cabelo enrolado, nas danças no vestiário, nos abraços verdadeiros, nos choros sofridos, na oração sincera e na certeza de que, bem ou mal, a gente segue em frente.
7 a 1? Dane-se.
Vocês me representam. E não é pela bola que jogam, é pelos caras que são.

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Fonte: http://blogs.estadao.com.br/ruth-manus/carta-a-uma-selecao-derrotada/

segunda-feira, 7 de julho de 2014



CHAVEIROS DE CORUJAS





Feitos com feltro para dar de lembrança para o dia do professor.


BOLINHO FEITO DE TOALHA



Toalha de rosto e a cereja de biscuit



LEMBRANCINHAS DE EVA



Bolsinha para moedas ou absorventes



Ponteiras





Imãs de geladeira



Ursinho com nome da criança 
Para o primeiro dia de aula ou para colocar no local das lancheiras

URSINHOS CARINHOSOS - EVA